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Pública defende mobilização em Plenária Nacional dos Servidores Públicos

O presidente da Pública no Distrito Federal (DF), Vilson Antonio Romero, criticou a falta de resposta do governo federal em relação à pauta apresentada pelos servidores e defendeu uma agenda de mobilizações em todo o país. A declaração foi durante a Plenária Nacional dos Servidores Públicos Federais, realizada no sábado, dia 7 de outubro, no Teatro dos Bancários, em Brasília.

O encontro foi uma iniciativa conjunta do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público (Condsef) e das centrais sindicais, dentre elas a Pública Central do Servidor, para debater os próximos passos da agenda por recomposição salarial, reestruturação de carreira, equiparação de benefícios entre os servidores dos diferentes poderes, revogação de medidas que atacam os servidores e o serviço público e pelo arquivamento da PEC 32/2020 (reforma administrativa).

Na avaliação de Romero, o governo, ao não aceitar negociar, está virando as costas para os trabalhadores. “Apresentamos uma pauta, desde o governo da transição, envolvendo inúmeras premissas e dispositivos não salariais e mostramos nossas perdas acumuladas, desde 2015. Agora, por último, numa decisão do Fonasefe, Fonacate e centrais, apresentamos também, em julho, uma pauta reivindicatória, onde mostramos nossas perdas entre 39% e 53%. E o que o governo fez? Um deboche! Diz que só tem R$ 1,5 bilhão para reajuste, que dá menos de 1% de reajuste geral para todos”, disse.

Como alternativa, o presidente da Pública propôs um trabalho conjunto com o Dieese, cobrando da União espaço orçamentário para contemplar os 11% de reajuste para as carreiras da administração pública federal ou a isonomia entre os demais Poderes, que têm garantido 6% de recomposição em 2024 e 6% em 2025.

“Além do que, os mais de 20 decretos e portarias que pedimos revogação e ninguém mexeu uma palha. A mesa nacional de ‘enrolação’ não nos atende e, acima de tudo, não avança em nada. Temos que ir para a rua, para a luta e, de fato, levar nosso trabalho, da Pública, da ANFIP, do Dieese e do conjunto de servidores para poder avançarmos no que nós queremos, que é dignidade do servidor público”, ressaltou Vilson Romero.

Por fim, ele lamentou que, no Brasil, “se faz ajuste fiscal, há muito tempo, no lombo do servidor”.

O evento também contou com participação de representantes do Andes, SindFazenda, Fasubra, Fenajufe, Sinal, Sindireceita, SindMPU, ADUFRJ, Sindilegis, Sindjus, Sindifisco Nacional e Sinasefe, dentre outros.

A plenária contou com mais de 1.500 inscritos sendo transmitida pelo YouTube.


Íntegra da fala do presidente da Pública Regional DF, Vilson Romero 👇

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