Reforma Administrativa e os direitos dos servidores públicos são temas em Seminário

Na próxima segunda-feira (9/3) os impactos da Reforma Administrativa do Governo Bolsonaro serão discutidos em um seminário na Assembléia Legislativa.

Para discutir o tema já foram confirmadas as presenças do deputado federal Helder Salomão, a deputada estadual Iriny Lopes, o presidente da Fenafisco Charles Johnson da Silva Alcântara, além de representantes da Pública e da CUT. Todos os parlamentares capixabas também estão sendo convidados para ampliar o debate.

Propostas do Governo Bolsonaro que estarão em debate no Seminário:

  • O fim o Regime Jurídico Único (RJU) e da estabilidade do servidor;
  • Redução de salário; ampliação do estágio probatório;
  • Redução do salário de ingresso no serviço público;
  • Proibição das progressões e promoções automáticas;
  • Ampliação do tempo de permanência na carreira; e
  • A criação do carreirão transversal, cujos servidores serão contratados pela CLT e distribuídos para os órgãos governamentais.

A participação dos servidores é de extrema importância para que juntos sejam discutidos os impactos que essas medidas terão no dia a dia do serviço público que já tem sido sucateado pelos governos em benefícios à iniciativas privadas por meio de concessões e privatizações.

O evento é uma realização do gabinete da deputada Iriny Lopes em parceria com as demais entidades. Todos os servidores presentes receberão declaração de comparecimento.

A proposta das entidades é ao final do Seminário, formatar uma carta e encaminhar aos demais parlamentares.

A Pública Central do Servidor, unida a outras centrais sindicais e entidades que defendem a valorização do servidor público vêm trabalhando incessantemente, promovendo discussões amplas que envolvem o servidor.

A cada movimento do Governo Federal fica inequívoca a perseguição promovida contra os servidores. A luta não deve parar!  Um bom exemplo da importância da união dos servidores foi a pressão no início da votação do segundo turno (PEC 18/2019), que conseguiu mobilizar os deputados e adiar a continuidade dos trabalhos para a última terça-feira, dia (03/03).

Comunicação/Cal/Pública/2020

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