Vem aí mais impostos! Governo Bolsonaro pretende ressuscitar a CPMF.

A Pública Central do Servidor vem alertando os servidores públicos e a sociedade brasileira sobre os projetos que o governo Bolsonaro vem querendo emplacar para que os mais pobres paguem a conta de um Brasil que caminha para o cadafalso da desigualdade. A tática de praxe é “lançar para ver se cola”, provocando desmentidos, forçando debates paralelos e falaciosos, finalmente abrindo pacotes de benesses para conquistar os preciosos votos dos parlamentares. Assim vem acontecendo com a reforma da Previdência que mesmo com algumas alterações no texto conquistadas com muita luta da oposição e pressão popular, não perderá o seu viés nefasto contra os direitos dos trabalhadores brasileiros.

Atenção no resumo da notícia abaixo:

CPMF, extinta em 2007, era imposto cobrado sobre transação financeira

Governo estuda criação de imposto parecido; detalhes estão sendo discutidos

Objetivo é diminuir tributo sobre folha de pagamentos e estimular empregos

Críticos dizem que imposto prejudica crescimento da economia

Projeto deve ter dificuldade para ser aprovado na Câmara

Bolsonaro não apoia ideia, mas admite conversar

Agora vamos dar uma olhada cuidadosa no vídeo abaixo. É só clicar no link.

https://tv.uol/180Hr

A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) foi extinta em 2007, mas novamente o imposto aparece no centro do debate, cogitado como uma forma de combater os problemas de arrecadação do governo e estimular a economia. A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro defende a criação de um imposto sobre transações bancárias, mas diz que não é o mesmo que a CPMF. Mas o que se sabe até agora sobre essa possível volta?

O que testemunhamos é um governo buscando retirar direitos básicos dos cidadãos mais pobres com o fim da Previdência e da Seguridade Social. Agora miram novamente nos mais necessitados e levam junto a classe média com o retorno da CPMF turbinada, mas com outro nome.

Vamos ver se o Congresso Nacional mais uma vez vai se curvar ao executivo em troca de emendas.

Estaremos de olhos vivos!

Fontes: Economia e Comunicação Pública 2019

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