A Pública Central do Servidor no front do grande 1 de maio.

Nesses tempos de incertezas para o trabalhador brasileiro, o 1 de maio foi especialmente emblemático e a Pública Central do Servidor, não podia ser diferente, apoiou e participou de vários movimentos pelo Brasil. Nas palavras de José Gozze, Presidente da Pública, a tônica que norteará a Central nesses dias em que devemos resistir contra os planos de um governo que sobretudo ferem os direitos dos trabalhadores. A luta contra a Reforma da Previdência se transformou no principal combustível para manter acesa a chama da esperança não só dos servidores públicos, mas dos brasileiros como um todo.

Neste 1° de maio, liderada por sua presidente, Rita Amadio Ferraro, a Pública São Paulo rende homenagens a todos os trabalhadores, em especial aos servidores públicos, que são os responsáveis pela prestação de serviços públicos a toda sociedade. Neste dia a entidade manifesta também apoio a todas as entidades e movimentos que defendam uma aposentadoria justa digna e se posiciona contra a reforma da previdência que tramitação no Congresso Nacional. “Unidos seremos mais fortes”, invoca Rita.

Em São Paulo, também a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical protagonizaram pela primeira vez a união em uma única comemoração. A festa foi iniciada no Vale do Anhangabaú, Centro da capital, por volta das 10hrs e seguiu até a noite. Segundo as centrais sindicais, 200 mil estiveram presentes no evento. O foco nesse feriado do Dia do Trabalhador, era um grande ato contra a Reforma da Previdência.

Em Porto Alegre, a Participação da Pública no ato unitário realizado pelo Fórum das Centrais Sindicais, movimentos sociais, estudantes e juventude foi um ponto alto no grande dia dos trabalhadores, quando se fez ecoar o grito dos manifestantes se opondo ao que está sendo forjado contra os brasileiros.

Em Vitória, ES, não foi diferente, num ato que reuniu representantes de centrais sindicais e trabalhadores de vários setores, celebrando o Dia do Trabalhador, com atenção especial para a Reforma da Previdência.

As manifestações na capital capixaba começaram às 9h e seguiram por toda a tarde. Várias apresentações culturais marcaram a importante manifestação dessa quarta-feira (1/5).

Fortaleza

Em Pernambuco, representantes de sete centrais sindicais, de partidos políticos e trabalhadores de diversos setores se reuniram na área central do Recife nesta manhã para protestar contra a reforma da Previdência.
Também participam das mobilizações a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo. O ato também será em defesa da soberania e das empresas estatais e contra os ataques que o governo Bolsonaro vem fazendo aos direitos dos trabalhadores.

Maceió


Protesto Dia do Trabalhador em Maceió, Alagoas — Foto: Matheus Tenório/G1

Em Maceió, o ato do 1 de maio foi ‘convocado’ pela CUT e marcou mais uma mobilização das diversas categorias contra a reforma da Previdência proposta pelo governo do Presidente Jair Bolsonaro. O texto base foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Macapá



As caixas voltaram a rufar dentro da programação do Ciclo do Marabaixo 2019 nesta quarta-feira, 1º de maio. O Marabaixo do Trabalhador aconteceu a partir das 17h, na Associação Berço do Marabaixo (Barracão da Tia Gertrudes), no bairro Santa Rita, em Macapá.

Minas Gerais

Em Contagem, na Grande BH, foi realizada a tradicional missa do Dia do Trabalhador realizada em Contagem, na Grande BH, com a presença dos representantes das vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Paraná


Mais de 500 costelões serão assados no fogo de chão na Festa do Trabalhador, em Cascavel — Foto: Cícero Bittencourt/RPC

Em Cascavel, norte do Paraná, a festa de 1 de maio foi comemorada com o maior churrasco do Brasil, com 17 toneladas de carne. Mais de mais de 500 costelões assados durante seis horas. São 24 anos de tradição num evento que reúne mais de mil voluntários.

Piauí


Ato reuniu cerca de 100 pessoas na Praça da Integração do Parque Piauí. — Foto: Daniel Pessoa/Arquivo pessoal

Essa data, mais do que simbólica, representa nesse início de um novo governo que sinaliza violar direitos dos trabalhadores conquistados com muita luta, uma chama que deve perdurar para que se faça cumprir a Constituição e a inspiração dos que realmente representaram ao longo da história os trabalhadores brasileiros.

A Pública se manterá nessa grande batalha para defender os direitos dos Servidores Públicos e de todos os trabalhadores brasileiros.

Comunicação Pública

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